Sagitariana ela. Otimista, intensa e quando ama é amor demais! Criativa, rainha do faça você mesmo. Intuição é seu aliado. Amiga fiel, às vezes meio antissocial, mas para sua defesa participa de vários grupos de WhatsApp (todos silenciados por um ano claro).
Acha graça no romantismo, mas preza pela sua liberdade. Sua melhor amiga sempre foi sua própria companhia. Tem alma livre e precisa do seu espaço. Sonha em conhecer o mundo.
Tem no armário mil agendas, caderninhos fofos, bloco de anotações e post-it coloridos para três gerações. Todos sem USAR! É a louca da papelaria, do tipo que acha que lápis colorido é decoração.
Odeia injustiça. Gosta de tudo explicado nos mínimos detalhes, para alguns chatice, para ela todo fato pode virar uma história. Companheira para o que der e vier, e quando necessário se mantém forte mesmo com o coração sangrando.
Órfã do McMilla, diz ser o melhor lanche do McDonald’s de todos os tempos. Lanche quentinho, carne crocante, maionese perfeita! Delícia… facilmente manipulada por comida como já deu para perceber…
Foge de briga, fica paralisada. Se faz de tonta muitas vezes para evitar a fadiga de coisas que não valem a pena. Tem um caso de amor com a madrugada e de ódio com a insônia. Simpatiza por novela mexicana, pela fé e sentimento exagerado que transmitem. Assiste La Usurpadora no mudo.
Quem não a conhece bem, pode até achar que ela é grossa, mas ela só mostra sua melhor versão a quem quer. Acredita na afinidade e troca de energia. Por ela começaria o almoço ou jantar pela sobremesa.
Tem horror ao morno. Morno:
-cuja temperatura varia entre o quente e o frio; pouco aquecido; cálido, borno;
-que demonstra pouca energia, pouca intensidade;
-que se caracteriza pela mansidão, pela brandura; tranquilo;
-desprovido de calor, de efervescência, de vida; monótono, aborrecido.
Tem uma relação muito forte com a música apesar de não saber tocar nenhum instrumento, e muito menos cantar. Vizinhos do prédio concordam. Tem playlist para lavar a louça, tomar banho, fazer compras e tentar dormir.
Ainda criancinha ouviu Asa Branca de Luiz Gonzaga na escola, e chorou tanto a ponto de soluçar/ficar vermelha/ranhenta, que acredita que até hoje a professora não se recuperou do trauma por não entender o que estava acontecendo. Continuamos sem resposta.
Escreve tudo na mão para não se esquecer de nada, de assuntos do trabalho á lista de supermercado. Não se surpreenda ao ler em sua mão: enviar release, ligar no dentista, comprar limão. Em um mundo que temos aplicativo lembrete para beber água, ela está na contramão.
Acha o máximo chegar em casa, colocar um pijama e ficar no sofá assistindo Netflix. Mas também é tão intensa, assim do nada é capaz de descarregar um caminhão de mudança.
Altos e baixos esse é seu sobrenome.

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